
"C" ligou para a casa da avó de Rúfia e a tia dela atendeu. Rúfia ainda dormia mas acordou no mesmo momento que viu que se tratava de "C". Ela disse que o pai a tinha levado pra faculdade e que a mãe tinha falado normal com ela. Tinha pedido pra “C” dizer ao pai que seu irmão ia com eles e que esperasse. “C” foi pra Universidade e de lá ligou para Rúfia. Elas Ficaram a manhã inteira no celular. Ela pediu para Rúfia não deixá-la sozinha porque estava com muito medo.
Elas já combinavamum jeito caso ela tivesse que fugir para Natal. A mãe dela ligou pra ela enquanto elas se falavam para pedir o telefone da psicóloga que arruinou tudo (outra que não era a dela mesmo, essa psicóloga ruim foi uma que ficou com ela um tempo, amiga do tio dela e sabia de tudo de "T" e "C"). "C” não tinha o número e teve que ligar para a tia para pedir.
Elas já combinavamum jeito caso ela tivesse que fugir para Natal. A mãe dela ligou pra ela enquanto elas se falavam para pedir o telefone da psicóloga que arruinou tudo (outra que não era a dela mesmo, essa psicóloga ruim foi uma que ficou com ela um tempo, amiga do tio dela e sabia de tudo de "T" e "C"). "C” não tinha o número e teve que ligar para a tia para pedir.
A mãe disse que o pai dela já estava sabendo. “C” ligou para Rúfia de novo. Depois a mãe retornou para "C" dar o número. E perguntou onde ela estava que ainda não tinha ido para casa e se ofereceu para pegá-la. Disse que estava na psicóloga ruim ( a boa havia viajado), mas que não tinha ninguém lá. Rúfia disse para “C” aceitar a corona porque a mãe dela precisava ficar com ela e ainda tinha muitas perguntas a fazer. “C” ainda estava falando com Rúfia no celular quando a mãe chegou. A partir daí não sabia mais quando, como, e se Rúfia teria notícias dela. Ela garantiu que independente de onde fosse, ela manteria Rúfia informada e consequentemente, "T".
13:45 "C” ligou para Rúfia da psicologa ruim. Deu a louca na mãe dela e ela levou “C” para lá. O caminho inteiro, a mãe foi xingando “C”. Disse-lhe que não teria mais nada que fosse comprado pela mãe. Começando pelo celular. E tomou. Só que “C” já tinha deixado as mensagens que ela queria que a mãe lesse.
Ao chegar na psicóloga ruim, a mãe dela perguntou tudo a ela, que mandou “C” sair da sala para que elas ficassem a sós.Nesse tempo, “C” ligou para Rúfia do orelhão. O pai e os tios dela foram lá também. Enquanto eles não chegavam, “C” escutava a conversa das duas escondida e várias vezes a psicóloga ruim se referiu a “T” como "a outra." E questionava à mãe de “C” se ela ia querer colocar “C” para fora de casa e entrega-la à outra.
O tempo inteiro a psicologa deu a entender que “C” estava disposta a sair de casa para morar com “T” por que “T” tinha prometido tudo a “C”. Em uma das mensagens do celular de “C” tinha até falando do plano de saúde. Nessa hora “C” estava na sala com elas. E mãe de “C” disse que tinha lido as mensagens no celular e “C” disse que tinha deixado de propósito.A mãe dela nessa hora colocou-a de casa pra fora e “C” perguntou quando ela tinha que sair porque antes de sair ela teria que ir em casa pegar as coisas dela. Só que a mãe dela disse que não ia tirar nada de lá por que o que tinha lá tinha sido dado por ela. E ela não queira que “C” levasse lembrança dela. “C” disse que não ia ficar discutindo com ela quanto a quem tinha comprado as coisas ou não. Nessa hora a mãe de “C” voou em seu pescoço e tentou bater no rosto dela só que “C” e a psicóloga ruim a seguraram. Nessa hora "C" sentiu vontade de bater na mãe por impulso, mas pensou e não o fez.
Até esse ponto “C” achou que isso fazia parte da reação, mas estava com muito medo. Depois que a mãe dela fez isso, ela saiu da sala e ficou do lado de fora esperando. Ela fez amizade com uma menina que ia se consultar com a psicologa e pediu o celular dela emprestado para ligar mais uma vez para Rúfia. O pai de “C” chegou, mas eles não se viram. Depois chegou a tia, que perguntou a “C” porque ela estava do lado de fora. Mas “C” não respondeu e mandou ela entrar na sala. “C” estava sem comer desde de manhã. A menina ficou vigiando pra avisar a “C” caso os pais dela viessem. "C" e Rúfia já tinham programado a ida dela para Natal. Já estava tudo certo, porém “C” não queria fugir da situação. Depois disso, ela desligou o celular. E disse a Rúfia que estava deserdada e na rua, Rúfia ficou muito preocupada, apesar de saber que os tios dela não deixariam isso acontecer.
Rúfia já havia avisado a sua mãe que se "C" precisasse dela, ela a levaria para o aeroporto. Rúfia se encontraria com ela no cursinho que elas frequentavam e iriam. “C” só tinha R$ 2,00 no bolso. Amão de Rúfia disse que não ia deixa-la fazer isso porque era perigoso e o que poderia fazer era levá-la para sua casa e esperar o outro dia chegar. A agonia já fazia parte de Rúfia porque "C" não ligava mais, então ela ligou para "T" e lhe contou todo ocorrido.
“C” depois ligou para Rúfia novamente da casa da tia delae contou-a que acabou a sessão por que a psicóloga não tinha mais tempo. Que todos tinham descido pelo elevador e que o pai dela tinha ficado do lado dela, ombro com ombro, mas não se falaram. QUando "C" foi entrar no carro da mãe, ela gritou: “saaaaaiaa daqui!!!”. A tia dela colocou ela no carro e elas foram para a casa da tia. Lá a tia dela fez ela prometer que ela não ligaria para ninguém e que não ia usar a internet. “C” prometeu, mas ligou para Rúfia porque ela disse que não deixaria "T" sem notícias dela. Todas as vezes ela dizia que tava com medo, que não sabia o que ia acontecer com ela daquele momento a 2 minutos depois, temia que eles tivessem contando para a avó dela, ficou com raiva da mãe por ter contado pros outros uma vez que “C” confiou nela para não contar para não se expor, e disse a Rúfia que estava fazendo isso tudo por “T”. Por que a amava muito e queria estar com ela para sempre. E que não iria agüentar muito tempo sem “T”. Pediu para Rúfia ligar para “T” e pedir desculpas se ela fosse pra Natal só com a roupa do corpo. Mas era porque não ia ter jeito. Ela tinha ido para a casa dela e pegado algumas roupas, documentos e uma blusinha rosa que "T" deu para ela, mesmo estando na frente da tia dela.
Ela disse que se tivesse que fugir seria naquela hora mas Rúfia avisou que não teria como ir para lá me encontrar com ela por que ela estava no interior do estado e já estava tarde. Os primos de "C" chegaram em casa do curso de inglês. O priminho perguntou a ela porque o fio da internet estava desconectado, coisa que nem ela sabia que estava. Ela disse que a família era capaz de tudo. Até de colocá-la na frente de todos e dar um surra nela. O maior medo dela era que contassem para avó dela.
Ela dizia que achava que até o tio dela que estava na África já sabia. Ela pediu para Rúfia ligar para a psicóloga boa, que estava em São Paulo, e contar tudo. Depois disso, Rúfia fez conferência com "C" e “T”. Elas se falaram com receio que fosse a última vez, estavam com muito medo e tristes pela injustiça que estava acontecendo. Combinaram que esperariam uma a outra o tempo que fosse, combinaram que se comunicariam nem que fosse pelo sinal que deu nome a esse blog também:
ETAMQOEMQA
Elas deixariam isso com alguém para dizer que estariam esperando uma pela outra, trocaram juras de amor eterno, falaram o quanto uma era importante para a outra e combinaram saídas. "T" informou que falou com duas amigas dela de Natal para arranjarem lugar para elas ficarem já que "T" não tinha cabeça pois além de tudo isso tinha que trabalhar, agora dobrado para dar uma boa vida a "C", pagar sua faculdade, e cuidar da segurança das duas. Elas se falaram até os créditos acabarem e a ligação de “T” cair. Rúfia ligou então para a psicóloga boa e contou o que estava acontecendo. Ela pediu o número do telefone da casa da tia de “C”. Rúfia mandou mensagem avisando que "C" disse para ela não ligar porque iriam descobrir que “C” entrou em contato com alguém e não sabíamos o que poderia acontecer.
A psicóloga boa disse que “C” tinha se precipitado em contar com ela fora do estado. Depois disso, Rúfia só falou com “C” para dizer que tinha ligado para a psicologa boa e não falou mais porque os tios de "C" tinham chegado. “C” também disse que o tio dela tinha falado com ela normal e a tia tinha dito que ela era muito nova pra decidir o que queria da vida. Que a tia tinha se casado cedo, mas que já tinha curtido a vida e “C” ainda não.
"T" falou com a psicóloga boa, que deu apôio pois ela estava abalada e disse para elas agirem com calma.
... continua....
4 comentários:
Nossa, é tão ruim vocÊ querer dizer pra todos quem vc ama e o qnto vc ama... querer assumir pro mundo quem você é e que é feliz desse jeito. Mas, infelizmente, a sociedade hipócrita se importa com aparências, com moldes e não com o bem estar e felicidade das pessoas. O que a mãe e, consequentimente, tda a familia de "C" fez foi cruel. O pior é que é assim que agem a maioria das mães que sabem sobres as filhas. E é isso que me faz ficar calada. A minha mãe uma vez disse "preferiria lhe ver morta do que isso". E olha que isso foi só por ela ter desconfiado, imagine se eu tivesse toda a coragem de "C" para assumir tdo. Nossa...nem sei o que ela faria. Infelizmente tenho que traçar caminhos distantes do dela (e de tda a minha familia) se eu quiser ser feliz realmente (e quero) e sem mtos transtornos. É assumir ou isto. =/
Bom, mas "C" foi mto corajosa e determinada...e focada no que mais queria na vida : "T"
Que Deus conceda a vcs tda a felicidade do mundo. Depois de tantas aprovações, no mínimo, é o q merecem!
bjus
ops...o primeiro comentário foi meu.. esqueci de me identificar.rsrs
bjus
O melhor blog da net vai ser o melhor livro do ano!!!! kkkkkkkkkkkkkkkk....amo vcs bestonas!!!!!Agora advinha quem eh!?!?!??!?!
eu vi o blog de vcs no orkut. Sou fã de vcs.
beijos e força.
Postar um comentário